Villa Brasil une a música de Heitor Villa-Lobos a referências visuais da Semana de Arte Moderna de 1922. Foto / Paulo Amaral/FCCR

Wagner Matheus é jornalista (MTb nº 18.878) há 45 anos. Mora na Vila Guaianazes há 20 anos.

A atração de abertura é o espetáculo Villa Brasil, com a Orquestra Joseense e a Cia de Dança de SJC; Festidança vai durar 12 dias e reunir 204 coreografias

 

DA REDAÇÃO

Está tudo pronto para o início da 36ª edição do Festidança, um dos maiores festivais de dança do país, na próxima quarta-feira (27), às 20h. Na abertura, o palco do Teatro Municipal vai receber a Companhia de Dança de São José dos Campos e a Orquestra Joseense para a apresentação do espetáculo Villa Brasil. A atração é livre para todos os públicos.

Com 204 coreografias, o Festidança vai movimentar palcos espalhados por toda a cidade, incentivando a criação coreográfica e o intercâmbio cultural de profissionais de diferentes lugares.

A programação de 12 dias inclui apresentações da Cia Ballet Paraisópolis e da Cia Paulista de Dança. O Tap da Longevidade, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), também vai marcar presença com “Ecos do Tap”. Confira [aqui] a programação completa.

A 36ª edição do Festidança é realizada pela Prefeitura de São José dos Campos e pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

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Villa Brasil

O espetáculo Villa Brasil une a música de Heitor Villa-Lobos a referências visuais da Semana de Arte Moderna de 1922 para construir uma travessia sobre a história do Brasil.

A trilha é executada ao vivo pela Orquestra Joseense, sob regência do maestro William Coelho, que conduz Bachianas e Choros com força, precisão e sensibilidade.

Em cena, os bailarinos da Cia de Dança de São José dos Campos, sob direção e coreografia de Lili de Grammont, percorrem diferentes estados, da natureza ao urbano, passando pela terra, ar, fogo, água, éter e ferro.

Cada momento dialoga com artistas modernistas como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Di Cavalcanti, cujas formas e cores ajudaram a criar uma nova identidade brasileira no início do século 20. Figurinos, projeções e música constroem uma experiência que conecta passado e presente, tradição e futuro.

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